Quarto livro do artista baiano Nivaldo Brito, reúne contos, aforismos, cartas e diários. Sem se limitar às questões puramente estéticas e morais, feiura aqui significa transgressão, desvio.
Ser feio é pertencer ao que (ainda) não tem lugar. É quem acredita no vento como bandeira.
Dez anos após a primeira edição (Selo Povo), A Revolução dos Feios foi traduzido para o espanhol (2017), com lançamentos em Cuba, México, Argentina, Chile e em diversas periferias brasileiras. E continua em diálogo com o espírito de uma gente que foi silenciada por tanto tempo.
6ª Edição
120 páginas
ISBN 9788562848063
Dimensões: 14 x 21 cm
(1ª Edição lançada em 2016 pelo Selo Povo)
Sobre o autor:
Nivaldo Brito escreveu Nome das Nuvens, Se eu tivesse meu próprio dicionário, entre outros livros. Nascido no verão de 85, em Acajutiba-BA. Aos 18 anos, retirou-se para São Paulo, onde resiste até agora, trabalhando como revisor, professor, ilustrador e editor na Selin Trovoar e na Estação Povoar.
Mestre em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), investigou as antologias dos saraus das periferias paulistanas, revelando a força da literatura marginal e das narrativas que emergem dos territórios populares.
Fundador de diversas ações de estímulo à escrita e leitura, Ni participa de saraus, ministra Off Sinas e continua estudando.